edição nº 12 ano 2017
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Proteção espiritual

Compartilho algumas notas que tomei da palestra que Sofia Mountian nos deu no último Domingo Cultural (03/04/16), na qual ela discorreu sobre Proteção Espiritual:


“O homem vive em três planos”

 

• Precisamos de proteção espiritual quando não temos domínio de uma situação;

• Jamais devemos pedir proteção espiritual a uma pessoa viva, pois ela não tem condições de dar, a não ser que tenha acesso a uma energia espiritual superior;

• Quando pedimos proteção, precisamos lembrar que não estamos sozinhos em determinado lugar, portanto, somos sujeitos às influencias do meio;

• O ser humano vive em três planos:

 No Plano Físico, onde pode pedir proteção pessoal;

 No Plano Vital, envolvendo especialmente o mundo corporativo: vale lembrar que cada instituição tem sua forma energética própria que se encaixa no país. Atualmente, as instituições estão energeticamente quebradas, pois o poder está em frangalhos: os interesses pessoais são colocados acima das leis. O Plano Vital perdeu a estabilidade legal no mundo inteiro, e não apenas no Brasil. Sem a ação amortecedora das instituições, a humanidade fica desprotegida. A Lei Geral não cumpre sua principal função, que é proteger a população dos imprevistos vindos de um ambiente planetário desequilibrado; 

 No Plano Universal. A Lei Geral não é eterna e não responde por tudo, enquanto, no Plano Universal, temos a proteção dos guardiões e das egrégoras, que são imortais; por isso é importante pertencer a uma egrégora. 


“É precisos saber quem você é”


• A quem pedir proteção? O que fazer?

• É preciso confiar em você mesmo; para isso, é preciso saber quem você é. Ficar no eixo; com presença (“Eu Sou”) e capacidade de se manter limpo e centrado;

• O eixo traz confiança; tolerância; serenidade;

• Antes de sair de casa: faça as práticas e coloque o “manto azul”;

• Na rua: lembre onde está; transfira o peso do corpo aos pés;

• Quem fica na divisão (esquerda versus direita, etc.) está sujeito a influências desequilibradas, pois está apoiado apenas num lado.


“Coloque-se como prioridade”


• Quando há desequilíbrio, há necessidade de regulação. As permissões são retiradas e acontece a autorregulação. Esses movimentos são cíclicos: o que está em cima desce, e vice-versa;

• Os momentos de desequilíbrio sempre foram resolvidos com radicalismo. O Judiciário tenta amenizar o radicalismo;

• Em momentos assim é importante ficar ligado a uma egrégora; mas é preciso ficar ativo na egrégora – não adianta apenas rezar: você precisa se comprometer a cuidar de si;

• Quando perceber que está sendo “engolido”: faça um “stop”; mas não fuja dos problemas; seja ativo onde pude ser – sua motivação deve ser canalizada e transformada em ação. Enfrente os problemas que dependem de você; estabeleça metas pessoais; coloque-se como prioridade.


Marta Gil

Marta Gil é consultora na área de inclusão de pessoas com deficiência; socióloga; coordenadora executiva do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas; pesquisadora; colunista da revista Reação; associada da Ashoka Empreendedores Sociais; membro do conselho curador do Instituto Rodrigo Mendes. Autora do livro Caminhos da Inclusão – a trajetória da formação profissional de pessoas com deficiência no SENAI-SP (Editora SENAI, 2012); responsável pelo desenvolvimento da metodologia SESI/SENAI de gestão e qualificação profissional para inclusão de pessoas com deficiência. Organizou livros e publicações sobre inclusão, educação e educação profissional; tem artigos publicados; é conteudista de vídeos e de cursos de educação à distância (EAD); participa de eventos no Brasil e no exterior como palestrante.

 
 
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