edição nº 12 ano 2017
outros títulos do autor
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Ritual de Cura
Máxima solariana nº12
Máxima solariana nº6
MÁXIMA SOLARIANA Nº3
Máxima solariana nº22
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Máxima solariana nº11
     
 
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Máximas solarianas: o que vêm a ser?

 

Imagino que todos os solarianos tenham conhecimento das Máximas criadas pela nossa mestra Sofia Mountian. São pequenas pérolas que sintetizam complexas situações do cotidiano. Elas ajudam a ter percepção da realidade objetiva, o que constitui um dos ensinamentos constantes da mestra em seus cursos. Ao obter uma clara percepção da realidade objetiva, podemos, além de evitar a subjetividade que tanto atrapalha, escolher participar da realidade de modo mais visível, bem-sucedido e transformador. 


Esta seção da Revista da ONG Solaris se dedicará à interpretação das máximas criadas pela Sofia, por meio da descrição de situações vivenciadas por mim, por outros solarianos ou por pessoas em geral. 

 

Serão descritas e ilustradas 22 das Máximas Solarianas, as que são apresentadas periodicamente durante a Meditação dos Regalos. 

 

Embora cada máxima tenha um número, iniciando-se da Máxima nº 1, a ordem de publicação delas na revista será aleatória.

 

 



MÁXIMA  Nº 8

A FELICIDADE É FÁCIL DE ALCANÇAR. BASTA CONCLUIR O QUE ESTÁ FAZENDO E CHEGAR AO PRODUTO FINAL MATERIAL

 


Parece simples, não?! Achamos que não é possível conseguir a felicidade de modo tão simples! No entanto, nas coisas simples é que residem os melhores segredos. Vejamos!


A máxima deste mês chama a atenção para uma importante questão da percepção da realidade objetiva, que, como sabemos, é a base para decidirmos nosso modo de agir nas diferentes situações. Trata-se de agirmos e não nos entregarmos às emoções que paralisam.


A situação que ilustra o poder desta máxima vem de nossa amiga Idamys. Ou melhor, de seu marido, José Pedro. Conta a Idamys que, no início de carreira, seu marido, um já competente alfaiate, aceitou uma encomenda para confeccionar um sobretudo, peça que nunca havia feito. Precisava ser muito fino e bem acabado, pois o cliente era exigente e iria usá-lo no exterior. Ele se debateu com esse novo desafio por dias... Primeiro não gostava do molde que estava criando, depois das costuras, depois não achava os acabamentos adequados. E o prazo de entrega se aproximava... Ficou noites sem dormir e angustiado, preocupado, trabalhando avidamente e considerando que não seria capaz de realizar o pedido do cliente a contento. 


Mas persistiu e, com determinação, concluiu o sobretudo e o entregou ao cliente, que ficou encantado com a boa costura e beleza do casaco. E, conta a Idamys, o Zé Pedro se transformou! Ficou sorridente, estava feliz e leve, sentindo-se capaz de tudo! E esse é o bem que a máxima nos ensina! Aprendi que, se conseguirmos terminar o que estamos fazendo e obter um produto final material, nos sentimos felizes e competentes. E os produtos podem ser os mais variados - um quarto arrumado, uma comida gostosa, um texto escrito, uma roupa passada, uma mala desfeita, uma casa limpa... São inúmeras as oportunidades de nos sentirmos felizes. E, já que eu consegui fazer esta redação sobre a máxima deste mês, me sinto feliz! 

 


 

Célia Maria Vasques Miraldo

É psicóloga formada pela PUC e mestre em Psicologia Experimental pela USP. Trabalhou toda a vida profissional em Educação, durante 13 anos como professora na PUC e, nos últimos 16, no SENAI/SP, na área de Avaliação Educacional. Continuou trabalhando, depois de aposentada, como consultora do SENAI Nacional, nessa mesma área. É sacerdotisa do Instituto Solaris, onde ingressou em 1993, tendo participado da elaboração do curso “Eu sou”, destinado a adolescentes.

 
 
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