edição nº 12 ano 2017
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Sonhos
Mensagem para 2010
Mediunidade
Caminho Evolutivo no século XXI
Vivendo com seu Gestor
Regra de 3
Superação
Caminho dos Guerreiros
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Criança índigo e cristal

O aparecimento da criança índigo se deu sobretudo em meados dos anos setenta do século XX. Por que são assim chamadas? Por causa de sua aura de um azul intenso. 


Crianças desse tipo dão muito trabalho aos pais e educadores. Elas são extremamente inteligentes, com características fortes de mando, hiperativas, não aceitam “não” como resposta. É difícil mandar em uma criança índigo, porque ela fica irritada, com raiva e agressiva. 


Essas crianças ensinam aos pais e professores, que não sabem como lidar com elas, pois, desobedientes e agitadas, perturbam a todos e podem viram um “pesadelo”. Se recusam a “decorar”: precisam apenas compreender o assunto de maneira profunda, captando tudo com facilidade e rapidez impressionantes. 


A adaptação do jovem índigo ao mundo não é fácil. Com seu grande potencial, ele tem dificuldade de se ajustar, vivendo de certo modo isolado. 


Para se relacionar com uma criança com essas características, o mais valioso é negociar, colocando-se de igual para igual, sem mandar nela. O que vale é a compreensão. Ela se posiciona na realidade de um modo objetivo, gerando ciúme, raiva, medo. Quando o adulto se coloca na realidade com objetividade, tudo fica diferente.


No fim da década de 1990, começou a surgir outro tipo de criança, com inteligência aguçada e muita força de vontade: a criança cristal. 


Crianças desse tipo são extremamente amorosas, principalmente com a mãe. Também são poderosas e parecem nutridas de uma moral absolutamente definida. São chamadas cristal pelo tom cristalino-dourado de sua aura. Realizam-se com facilidade, superando todas as dificuldades com sua enorme força de vontade.


Dizem que 85% das crianças que nascem agora são índigo ou cristal. É difícil afirmar se isso é verdade, mas é inegável que está acontecendo algo diferente na realidade.


O que essas crianças significam para nós? O que ser assim significa para elas?


A humanidade, desde o aparecimento de Moisés e de Jesus, começou a entender que existe determinada Lei Superior no mundo e que, ao se implantar uma lei na vida, as coisas funcionam melhor. Vivemos numa sociedade baseada em leis. A Constituição é a lei suprema de um país. O regime democrático baseia-se na existência, na obediência e no cumprimento das leis estabelecidas pela Constituição.


O século XX trouxe grandes novidades em todas as esferas. Com novas descobertas científicas, surgiram novas tecnologias, que mudaram drasticamente nossa visão de mundo e nossa forma de viver o cotidiano. Tudo ficou muito mais acelerado, pois conquistamos o mundo virtual.    


Isso acarretou uma grande mudança, principalmente depois da Segunda Guerra Mundial. Entramos numa era de conquistas relacionadas com a abertura de uma consciência de quinta dimensão, que é mais abrangente, ultrapassando, e muito, nossa visão terrestre. Esse fenômeno foi ativado principalmente nos anos setenta e oitenta do século passado.  


Nosso planeta tornou-se viável a seres de poder mental desenvolvido. As crianças índigo e cristal vêm à Terra sem comprometimento “carmático”. 

A criança cristal, num estágio emocional elevado, não discute com o que já existe, mas impõe o que quer. Ela ajuda a quebrar velhos paradigmas simplesmente pela convivência diária. O jovem cristal tem uma consciência natural de seu dever, que não precisa, portanto, lhe ser ensinado. Ele aprende sozinho, escolhendo aquilo que acha mais importante, sem depender de situações habituais de convivência, sempre mantendo a energia e a motivação que promovem a vida. Já a criança índigo aparece intelectualmente muito evoluída, mas, do ponto de vista emocional, é confusa. O jovem índigo precisa trabalhar seu lado emocional. Quem está acostumado a impor sua autoridade, não tem como conversar com uma criança com essas características. No entanto, existe a questão da adaptação ao corpo material. Nessas crianças, não raro surgem problemas físicos, principalmente na infância. 

 

As crianças índigo e cristal vêm para quebrar o ciclo arquetípico de situações que definem nossa relação com o cotidiano. Ou crescemos, ou elas vão acabar conosco. Apesar da pouca idade, são poderosas e muito desenvolvidas. Elas surgem para nos “chacoalhar”. Conceitos e regras há tempos estabelecidos começam a ser questionados. 

 

Estes seres não têm apego aos velhões padrões e, dotados de poder, podem destruir sistemas com facilidade. Esse fenômeno mostra que, queiramos ou não, entramos numa fase de grandes transformações.


 
Sofia Mountian

Sofia Mountian dispensa maiores apresentações – criadora da Teoria da Abrangência, fundadora do Instituto Solaris, presidente da ONG Solaris e uma das sócias da Plênita Consultoria. Sofia, no intuito de esclarecer dúvidas sobre a Teoria da Abrangência, o crescimento do ser humano e assuntos de interesse dos solarianos, escreve mensalmente na Revista Solaris.

 
 
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