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Uma conversa inacreditável entre Nikola Tesla e o Diabo

O que sabemos do Diabo? Conforme a tradição cristã, um anjo querubim que foi expulso dos Céus por ter se rebelado contra Deus, com o intuito de tomar o lugar do Criador. Visto como a encarnação do mal, possui diversos nomes, como Lúcifer, Belzebu e Satanás. Na bíblia cristã, aparece como o maior adversário de Deus. Na bíblia judaica, o Diabo é apenas um agente subordinado a Deus, um anjo do mal.

Um dia desses, navegando por um site russo dedicado a receitas de culinária e vídeos sobre animais (dzen.ru), topei com uma história muito curiosa e a salvei. Depois de traduzir o artigo para compartilhar com vocês, voltei ao site para procurar o nome do autor e o texto não estava mais disponível.

Resolvi fazer uma tradução livre da história principalmente por se tratar de um cientista e escritor notoriamente agnóstico. Além disso, seus detalhes ilustram aquilo que estudamos sobre o mundo astral nos cursos mais avançados do Solaris. Aqui vai ela.

Nikola Tesla e Mark Twain eram grandes amigos, mesmo com a grande diferença de idade entre eles.
Mark Twain, à beira da morte, contou para sua filha Clara o teor de uma conversa com Tesla que nunca havia sido divulgada. O próprio Tesla nunca mencionou o assunto.

Nikola Tesla era uma pessoa de hábitos peculiares. Ele dormia duas horas por noite e afirmava que todas as suas invenções vinham de sonhos ou visões. Ele tinha memória fotográfica e nunca se esquecia de nada, não perdia nenhum detalhe.

A história aconteceu em 1907, quando Tesla estava com muitos problemas financeiros, cheio de dívidas.
Às vezes, sem contar a ninguém, ele pegava o trem para ir fazer um procedimento. Para conseguir dormir, ele submetia sua cabeça, por meio de um equipamento específico, a uma carga elétrica de 150000 watts. Nesse dia, fez o mesmo e caiu em um sono letárgico, que é um estado físico em que os níveis de energia de uma pessoa estão abaixo do normal, próximo da morte, mas o organismo se mantém vivo.

Em sonho, o tempo não existe. Ele viajava por labirintos de sua mente sobrecarregada, tentando colocar os pensamentos em certa ordem. De repente, Tesla sentiu a presença de alguém que o observava. Ele dormia, mas sua consciência estava totalmente desperta.

Normalmente, imaginamos o Diabo com um semblante animalesco, assustador e deformado, com chifres. No entanto, nas visões de Tesla, o Diabo apareceu envolvido por uma luz densa, distinguindo-se das outras energias do mundo astral, onde acontecia o encontro. A luz se conectou com a mente de Tesla. A conversa não precisou de palavras. Parecia que a mente do inventor se abrira para uma fonte inimaginável de informações, gerando uma aceleração incrível na atividade de seus neurônios. Ele tinha uma compreensão fora de série de toda a informação recebida. Era algo comparável a um estado de iluminação, quando tudo se torna muito claro.

E essa luz era ninguém menos que o Diabo. Um dos anjos divinos controlando a vida no Planeta Terra. O Diabo não era inimigo de Deus, simplesmente cumpria a missão recebida. Estava chateado pela tarefa de cuidar daquilo que já tinha sido criado. Estava triste. Por outro lado, ele se animava observando os seres que conseguiam superar os limites de seus corpos físicos e alcançar o astral. O Diabo estava acostumado a acompanhar os “viajantes” que chegavam até o astral graças a intensas meditações ou a práticas de jejum. Mas Tesla era diferente.

O Diabo observava Tesla, e vice-versa. As consciências se misturaram. Tesla sentiu algo como um poder ilimitado. Ficou claro que as invenções dele seriam capazes de mudar o mundo. Ele sentiu que podia legar ao mundo um Bem extraordinário e viu também todo o Mal que poderia se realizar. E isso lhe deixou terrivelmente apavorado. Então recuou.

O contato foi rompido e ele retornou com muito custo para seu corpo. E acordou.
Tesla entrou em pânico. Sua memória fotográfica guardou todas as informações e detalhes do encontro astral. Ele se lembrava de tudo o que havia acontecido.

As invenções mais incríveis, como transporte de energia via atmosfera ou via “raios mortais”, quaisquer ideias que os homens poderiam usar como arma foram queimadas. O Diabo tentou Tesla com a sensação de poder ilimitado, fazendo-o sentir força e domínio, mas este aguentou firme. Conseguiu superar a tentação.

Hoje em dia, Tesla é lembrado como um grande gênio, e não como grande vilão da humanidade.
Na conversa com Mark Twain, Tesla revelou que Deus existe, que o Diabo sempre irá nos tentar e que a morte não significa o fim. Todos estão aqui, agora, conosco.

Essa história parece fora do comum, mas é perfeitamente explicável se pensarmos na consciência da 5ª dimensão, onde tudo existe e independe do tempo. A energia consciente não necessita de palavras, a iluminação traz compreensão completa da realidade.

Mas o que fazer com a informação recebida? Isso depende muito da decisão de cada um. O Diabo, ou o que ele representa, nos seduz com riqueza e poder, mas o livre arbítrio é soberano e pode ir além.

Sofia Mountian
Sofia Mountian dispensa maiores apresentações – criadora da Teoria da Abrangência, fundadora do Instituto Solaris, presidente da ONG Solaris e uma das sócias da Plênita Consultoria. Sofia, no intuito de esclarecer dúvidas sobre a Teoria da Abrangência, o crescimento do ser humano e assuntos de interesse dos solarianos, escreve mensalmente na Revista Solaris.
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